Cabeamento de rede
Passagem e conectorização do cabeamento das câmeras, com o caminho e a metragem definidos no levantamento.
A rede que liga câmeras IP, DVR e NVR: cabeamento dimensionado, switch com PoE, rack organizado e comunicação testada ponto a ponto.

Passagem e conectorização do cabeamento das câmeras, com o caminho e a metragem definidos no levantamento.
Switch dimensionado para a quantidade de pontos, com PoE para alimentar a câmera pelo próprio cabo de rede.
Montagem de rack, patch panel, identificação dos cabos e fixação dos equipamentos.
Endereçamento das câmeras, integração com o gravador e configuração do acesso remoto.
Organização da alimentação do rack e dos equipamentos de rede, com proteção adequada.
Quando a distância passa do que o cabo metálico alcança, o trecho segue por enlace óptico com conversores nas duas pontas.
O cabo de rede metálico trabalha bem até cerca de 100 metros por trecho. Perto desse limite, ou acima dele, a comunicação fica instável de um jeito que se parece com defeito de câmera: o canal cai, volta, cai de novo. Medir a distância real do trecho costuma explicar o sintoma antes de qualquer troca de equipamento.
O switch é o outro ponto frequente. Um switch sem capacidade para a quantidade de câmeras, ou com orçamento de PoE menor que a soma do consumo dos pontos, entrega energia insuficiente quando todas as câmeras estão ligadas ao mesmo tempo. À noite, com o infravermelho ativo, o consumo sobe — e é por isso que parte dos sistemas cai sempre no mesmo horário.
Emenda improvisada, cabo fora de padrão e conector mal crimpado completam a lista. São falhas que não aparecem no dia da instalação e cobram depois, quando o sistema já está em uso e a origem ficou difícil de rastrear. Rack organizado e cabo identificado não são estética: são o que torna esse diagnóstico possível.
Pontos, distâncias, caminho dos cabos e o que já existe instalado.
Switch, alimentação e caminho definidos pela quantidade de pontos e pela distância.
Cabeamento, rack, switch e integração com o gravador.
Cada câmera verificada no gravador e no acesso remoto.
Outras soluções da Superseg que podem complementar este atendimento.
A visão geral da infraestrutura de rede para segurança.
Abrir páginaQuando a distância passa do que o cabo de rede alcança.
Abrir páginaCâmera sem comunicação, imagem travando e falha de gravação.
Abrir páginaInstalação do sistema de CFTV com os pontos definidos em projeto.
Abrir páginaO switch PoE entrega dados e energia pelo mesmo cabo de rede, o que dispensa uma fonte junto de cada câmera. Com switch comum, cada ponto precisa de alimentação própria no local. Em sistemas com várias câmeras, o PoE simplifica a instalação e a manutenção.
Depende do número de portas e do orçamento de energia PoE do equipamento, que precisa cobrir a soma do consumo das câmeras ligadas. O consumo sobe à noite, com o infravermelho ativo, e é esse pico que deve ser considerado no dimensionamento — não o consumo de dia.
Não é obrigatório, mas organiza. O rack protege o gravador e o switch, mantém os cabos identificados e torna qualquer manutenção futura mais rápida. Em sistema pequeno costuma ser um rack compacto, não um de piso.
Em sistemas pequenos, normalmente sim. Conforme o número de câmeras cresce, separar o tráfego de CFTV evita que o sistema concorra com o uso comum da internet. O levantamento no local mostra o que a rede atual comporta.
Acima do limite prático do cabo metálico, o trecho precisa de um ponto intermediário de rede ou de um enlace óptico com conversores de mídia nas duas pontas. A solução é definida pela distância real e pelo caminho disponível no local.
Fale com a Superseg pelo WhatsApp e envie detalhes do local. Vamos orientar o melhor atendimento para o seu caso.
Clique no botão abaixo para falar direto com a equipe.
Atendimento em Campo Grande - MS para residências, empresas e condomínios.